O Rosto Visível do Deus invisível

Propriedade registrada © 2005. Todos os direitos reservados. Este livro é
publicado em coordenação com o Apostolado de la Nueva Evangelización
(ANE – Apostolado da Nova Evangelização)

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Imprimatur
Li atentamente o livro “O Rosto visível do Deus invisível”, Testemunho de Catalina. Pela presente certifico não ter encontrado em sua leitura nada contrário às Sagradas Escrituras nem à doutrina e ensinamentos da Igreja. Pelo contrário, seu conteúdo nos ajuda a compreender melhor a mensagem evangélica, e nos estimula a colocá-la em prática. Por isso, com satisfação concedo o Imprimatur para que este livro seja publicado, pois fará muito bem a quem o ler.

San Vicente, 25 de março, festa da Anunciação à Santíssima Virgem, no ano de 2005.
Mons. José Oscar Barahona C.
Bispo de San Vicente
El Salvador, C.A.

 

Dedicatória

Para:
Sua Santidade, João Paulo II
Com admiração pelo seu inquebrantável espírito
evangelizador e seu amor à Eucaristia e à Santíssima Virgem
Pe. Lic. Renzo Sessolo Chies SDB
Por seu exemplo de trabalho, sacrifício e oração neste
Apostolado.
Pe. David Francisco del Santo Amor
Com quem compartilhei belos momentos de alimento
espiritual e a quem desejo no dia de sua ordenação um amor
incondicional a Jesus Cristo.
Dr. Ricardo Castañón Gómez
Cuja transformação espiritual é exemplo para os leigos.
Pe. Teófilo Rodríguez
Por sua valentia, sua lealdade e sua alegria de viver para
Deus.


Catalina
Missionária leiga do
Coração Eucarístico de Jesus

 

“No coração de todo homem existe um vazio com a figura de
Deus, que não pode ser preenchido com nenhuma coisa
criada a não ser por Deus mesmo, o Criador, revelado em
Jesus Cristo.”
Blaise Pascal (físico e filósofo francês)

 

O Rosto visível do Deus invisível
Testemunho de Catalina
Senhor, que me guie somente o amor através
desse Hino de doçura que Tu cantas para a alma
do pecador.

 

Prólogo
Este pequeno livro nos fala da importância de viver nosso cristianismo conscientemente e de aprofundar nossa conversão. Ele nos convida a redescobrir o compromisso que, como
batizados, adquirimos, para que assim possamos assumi-lo com a seriedade que merece.
Justamente no dia em que se terminam de escrever as páginas que apresentamos a seguir, o Santo Padre se dirigiu aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro com as seguintes palavras:


“1. Celebramos hoje a festa do Batismo de Jesus, acontecimento que os Evangelistas consideram como o início do seu ministério messiânico. A missão de Cristo, inaugurada desta forma, terá o seu cumprimento no mistério pascal, no qual Ele, morrendo e ressuscitando, tirará o pecado do mundo (cf. Jo 1,29).

2. Também a missão do cristão começa com o Batismo. A redescoberta do Batismo, mediante itinerários oportunos de catequese em idade adulta, é por conseguinte um aspecto relevante da nova evangelização. Renovar de maneira consciente a própria adesão à fé é a condição para uma participação verdadeira e plena na Celebração eucarística, que constitui o auge da vida eclesial.
3. Maria Santíssima ajude todos os que com o Batismo renasceram “da água e do Espírito” a fazer da própria vida uma oblação constante a Deus na prática quotidiana do mandamento do amor, exercendo assim o sacerdócio comum que é próprio de cada batizado.” (João Paulo II, Angelus na Festa do Batismo de Jesus. Cidade do Vaticano, domingo, 9 de janeiro de 2005.)


Poderíamos dizer muito pouco além disso na apresentação desta obra, cujo único propósito é o de convidar o leitor a realizar uma profunda reflexão – ou melhor, uma série de reflexões – sobre o caminho de conversão que estamos todos nós obrigados e instados a percorrer.

Seria legítimo perguntar-se, especialmente se não se está vivendo uma vida cristã ativa, o quê devemos entender quando falamos de nossa “conversão”...

O Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, no-la apresenta deste modo:

“O conteúdo fundamental do Antigo Testamento está resumido na mensagem de João Batista: [‘metanoeite’] Convertei-vos! Não se acede a Jesus sem o Batista; não existe possibilidade de chegar a Jesus sem responder ao apelo do precursor […]
A palavra grega converter-se significa: ‘reconsiderar’, pôr em questão o próprio modo de viver e o comum; deixar entrar Deus nos critérios da própria vida; não julgar simplesmente de acordo com as opiniões correntes.
Converter-se significa por conseguinte: não viver como vivem todos, não fazer como fazem todos, não sentir-se justificados em ações duvidosas, ambíguas, perversas simplesmente porque há quem o faça; começar a ver a própria vida com os olhos de Deus, portanto procurar o bem, mesmo se não é agradável; não apostar no juízo da maioria, mas no juízo de Deus; por outras palavras: procurar um novo estilo de vida,
uma vida nova”. (Cardeal Joseph Ratzinger, conferência sobre a Nova Evangelização durante o Congresso dos Catequistas e dos Professores de Religião. Roma, 10 de dezembro de 2000.)

Esperamos em Deus que as páginas seguintes motivem o leitor a buscar essa “vida nova”, pois assim como os livros anteriores de Catalina, esta mensagem é, antes de tudo, um chamado à conversão da própria vida para Jesus Cristo.
Como sempre, será o leitor que decidirá em última instância o proveito que tirará de cada uma das palavras que seguem, que são às vezes emitidas e outras vezes inspiradas pela própria Fonte do Amor...
A esse Amor pedimos que estes escritos deem todo o fruto para o qual hoje vêm à luz.

Apostolado da Nova Evangelização